25 agosto 2016

Grécia...aqui vamos nós!

 Qual o destino das nossas férias de Verão deste ano? Grécia! Fomos hoje pagar o resto da viagem e buscar a nossa documentação. Estou ansiosa para ir!

fotografia retirada do Pinterest

 Informações essenciais
 Capital: Atenas
 Moeda: Euro
 Fuso horário: + 2 horas
 Idioma: Grego
 Quando ir: no verão faz muito calor, por isso é ideal para quem deseja fazer praia
 Como ir: desde 13 de junho que a Aegean Airlines tem um voo directo de Lisboa para Atenas, às terças-feiras e sábados. O voo é feito durante a noite (partida à meia-noite e meia) e tem a duração de cerca de 4h

 Segundo A Volta ao Mundo, as melhores ilhas gregas para se visitar são estas: http://www.voltaaomundo.pt/2016/07/25/as-melhores-ilhas-gregas-para-ir-de-ferias/



24 agosto 2016

Roteiro para a Grécia

 Como estamos quase de partida tenho andado a terminar os planos do nosso roteiro para a Grécia. Como vamos pela agência Abreu (devido à marcação à última da hora e à falta de tempo para ser eu a organizar tudo) há muitas coisas que já estão planeadas (como as refeições no cruzeiro), mas os dias que vamos ter em Atenas são livres, por isso ando a ver o que vamos fazer. E nas ilhas também podemos fazer o que quisermos, dentro do tempo que temos lá. 



1º dia: Lisboa / Atenas
Como vamos sair de Lisboa às 00h35 e chegamos a Atenas às 6h45 vamos ter um dia inteiro para os primeiros contatos com a cidade dedicada a Atena, deusa grega da sabedoria e das artes.

2º dia: Atenas
Depois do pequeno-almoço no hotel temos direito a uma visita panorâmica da cidade de Atenas, com uma guia. No folheto dizia: "Destaca-se o Estádio Olímpico onde foram realizadas as primeiras olimpíadas dos tempos modernos, o Palácio, o Parlamento, o Túmulo do Soldado Desconhecido, a Academia, a Universidade, o Templo de Zeus e a mais conhecida e famosa acrópole do mundo (entrada incluída)."
Terminada a visita regressamos ao hotel e o restante do dia será livre. 
Ouvi dizer que o monte Licabeto é o ponto mais alto de Atenas e que proporciona uma das mais bonitas vistas sobre a cidade, por isso se calhar vai ser onde vamos ver o pôr-do-sol.

3º dia: Atenas
Este será o terceiro dia que vamos ter na capital da Grécia, por isso ou vamos de ferryboat até à ilha mais próxima (Aegina) ou vamos até ao Lago Vouliagmeni (estou mais inclinada para esta opção).

4º dia: Atenas -» Mykonos
A seguir ao pequeno-almoço seremos transportados até ao porto de Piréus, onde vamos embarcar  no cruzeiro da Celestyal Cruises em regime de pensão completa.
O primeiro destino será a ilha de Mykonos, que significa “ilha branca”, onde só chegaremos por volta das 18h. Esta ilha é famosa pelas suas casinhas brancas, sinuosas passagens estreitas e praias de areia branca. Quero passear pelo labirinto daquelas ruas muito estreitas, com as casas caiadas de branco e moinhos de vento. Depois do passeio regressamos a bordo e durante a noite iremos até Kusadasi.
Blog para me inspirar: The Blonde Abroad

5º dia: Kusadasi e Patmos
Logo de manhã desembarcamos no porto de Kusadasi. Esta cidade turca é conhecida como ilha dos pássaros e distingue-se pelas suas belas praias.
Ao fim da manhã, regressamos a bordo e continuamos a viagem com destino a Patmos, onde chegaremos a meio da tarde.
A ilha de Patmos é considerada como a Jerusalém do Egeu. Quero ir visitar o Mosteiro de São João, que tem magníficas vistas panorâmicas da ilha. Durante a noite navegaremos com destino a Creta.

6º dia: Creta e Santorini
Desembarcamos pela manhã no porto de Heraklion, capital de Creta
No final da manhã regresso a bordo e vamos até Santorini, a ilha conhecida como o continente perdido da Atlântida e famosa pelo seu pôr-do-sol. Chamada de Thira pelos dórios foi rebatizada de Santorini pelos venezianos, em homenagem a Santa Irene. 
Ao final do dia regressamos a bordo e durante a noite iremos até Atenas.
Blogs para me inspirar: Polkadot Passaport e Travel Passionate

7º dia: Atenas -» Lisboa
Desembarcamos no porto de Piréus logo de manhã e vamos ser transportortados para Atenas, onde teremos mais um dia livre. Ao final do dia teremos direito a transporte para o aeroporto, mas como o voo é só às 21h30 temos mesmo um dia completo para aproveitar. Chegamos a Lisboa às 23h45.

23 agosto 2016

Dicas para a Grécia

 Como estou quase de partida ando a rever todos os sites e blogues sobre a Grécia e encontrei estas dicas essenciais:


Já em contagem decrescente para as férias

 Nem acredito, já falta tão pouco para ir (finalmente) de férias! Daqui a uma semana, precisamente a esta hora, já estarei em Atenas. Pois é, este ano as minhas férias vão ser à grande, para compensar o facto de ter trabalhado durante um ano.
 Vamos passar o fim-de-semana ao Algarve (que ainda não fui este ano) e na segunda-feira à noite partimos para a Grécia. Vamos estar três dias em Atenas e três dias num cruzeiro pelas ilhas (Mykonos, Kusadasi, Patmos, Creta e Santorini). Já muitas pessoas me disseram que para ver Atenas chega um, dois dias. Por isso ando a fazer pesquisas para ir a um sítio diferente no terceiro. Alguém tem dicas? São muito bem-vindas!

 Até agora pensei em apanharmos um ferryboat para a ilha de Egina (a viagem dura apenas 40mins) ou então irmos até ao Lago Vouliagmeni. Quanto ao resto da viagem, será uma manhã numa ilha, uma tarde noutra, com as refeições e dormidas no barco (vai ser a primeira vez que vamos num cruzeiro). Estou ansiosa!


22 agosto 2016

Viva a primalhada!

  Este fim-de-semana foi passado em família, na nossa casa em Sintra, preparada para nos receber a todos (um pouco apertados, tendo em conta que já somos mais de 20, mas lá vamos cabendo). Entre muita confusão, barulho e correria, foram dias com muita animação!
  Sou a prima mais velha de 11 netos. Eu e os meus irmãos fomos os primeiros a nascer e durante muitos anos éramos apenas nós os três. Os nossos tios casaram muito mais tarde que a nossa mãe e não tiveram logo filhos, que quando começaram a nascer já era eu uma adolescente. Agora até parece que alguns deles são meus sobrinhos, aliás o mais novo (que só tem 4 anos) até me chama de tia! A verdade é que é engraçado ter crianças na família. Tenho pena de não ter tido primos da minha idade, só que agora é muito giro fazer coisas com eles.





  Quando nasceram andava com eles ao colo e ajudava os meus tios com tudo o que fosse preciso, hoje em dia já os levo ao cinema e à praia. É engraçado ver como à medida que vão crescendo os programas que querem fazer vão mudando. Como sexta-feira estava a chover fomos ver o “A Vida Secreta dos Nossos Bichos”, todos com grandes baldes de pipocas, no sábado fomos para a piscina da Praia Grande, dar grandes saltos das pranchas e tirar fotografias debaixo de água. As noites também tiveram direito a programas! Na sexta os mais velhos (que já têm 13 anos) quiseram ver um filme e só nos deitámos às 2h da manhã (para eles é uma loucura!) e no sábado fomos às festas de Janas - andámos no carrossel, nos carrinhos de choque e até nuns trampolins (para os quais eu já nem tinha idade).



  É gratificante ver que aqueles oito pirralhos ficam super felizes quando chegam e, ao verem-me partir, me perguntam logo para onde vou e me pedem para eu ficar. Resumindo...voltei de coração cheio!

17 agosto 2016

Délicieux éclaires

 Há uns dias fui, finalmente, provar os famosos éclaires do L'Éclair, no Saldanha. Foi um lanche maravilhoso! O espaço é bonito, simplista e moderno, com uma vitrine repleta de éclaires de fazer qualquer pessoas salivar, uma bela esplanada e empregados super simpáticos e atenciosos.


 Mal nos sentámos apareceu um rapaz para nos trazer o menu, mas nós quisemos ir lá dentro para vermos os éclaires. A rapariga explicou-nos tudo o que lhe perguntámos, para nos ajudar na escolha. Quando voltámos para a mesa o empregado perguntou se íamos querer uma taça de água para a cadela (dou muitos pontos por ter tido esta atenção) e trouxe-a logo.



 A seguir vieram os tão falados éclaires, que eu andava há séculos para experimentar. Crocantes por fora e suaves por dentro, recheado com uma espuma saborosa. Eu e a minha amiga pedimos dois para partilhar, por isso pude provar dois, o Citron - com creme de lima e limão com merengue queimado, e outro de avelã (que não me recordo o nome). Eram os dois deliciosos! Adorei e fique fã!
 O único senão? O preço...um éclair custa entre 3,5€ a 4,8€. Se bem que são tão bons que não custa assim tanto pagar. É da maneira que não engordo, a ir lá lanchar todos os dias, indo apenas de vez em quando.


Avenida Duque de Ávila, 44, Lisboa
3f a 6f, 8h30 às 20h, sáb e domg, 9h30 às 19h

11 agosto 2016

Até um dia Malibu

 No dia 9 de Agosto fomos todos até à Aguda, em Sintra, para nos podermos despedir de ti como deve ser. Escolhemos o sítio onde foste passear tantas vezes connosco, fomos nos carros que te levaram até lá (ora ias comigo e o Luís, ora ias com os meus pais), caminhámos até ao local onde se fazia uma paragem, deixámos a Dharma e o Campeão dizerem-te adeus e depois, com o sol a pôr-se, deitámos as tuas cinzas naquele local especial, onde vamos continuar a ir e a sentir a tua presença. O céu pôs-se lindo para te receber e nele estava o Faísca à tua espera… Agora andam por aí os dois, tu a fazer asneiras e ele a ver se te portas bem. Até um dia Malibu…





09 agosto 2016

Dizer adeus é difícil

 Quando o sol se puser vamos dizer-te adeus. Num dos teus locais preferidos, aquele onde ias quase todos os fins-de-semana (estivesse bom tempo ou não), onde corrias e exploravas livremente, sempre com aquele teu espírito aventureiro com o qual te vamos relembrar.
 Vai ser difícil despedirmo-nos, mas vamos deixar-te num sítio onde vamos voltar muitas vezes e onde foste muito feliz. Custa imenso ver-te partir, mas a vida é assim e, por alguma razão, os cães vivem pouco (o que é uma tristeza). Mas o que quero pensar hoje, enquanto me estiver a despedir, é que foste muito feliz connosco e que também nos fizeste muito felizes.


08 agosto 2016

Butchers, onde a carne maturada é a estrela

 Há duas semanas fomos jantar ao Butchers e, felizmente, fizemos reserva na semana anterior, pois apesar de ser dia de semana o restaurante estava cheio.


 Assim que se entra no restaurante a primeira coisa que se vê é carne, a estrela do sítio, dentro de duas máquinas de maturação. O nome também faz juz à ementa: talhantes. Por isso as expectativas ficam logo elevadas e as nossas papilas gustativas ansiosas para provarem aquela carne. Ao todo são 10 opções maturadas, servidas em tábuas de madeira, com flor de sal e pimentos conservados em azeite e alho.
  Para começar provámos o bolo do caco com manteiga de alho (2€), que é sempre uma aposta segura e estava muito bom. Pedimos também um croquete (1,25€) para cada um, era bom, mas nada de especial.



 Depois eu comi Picanha Prémium da América do Sul (11,90€) e ele o Butcher Steak (12,20€), ambas as carnes com uma maturação de 35 dias. Ficámos muito felizes com as nossas escolhas! A carne é suculenta e saborosa, as batatas doces têm o corte e temperos ideais e a salada completa o pedido de forma fresca.

 Para sobremesa seguimos o conselho daquele que acreditamos ser o gerente, mas arrependemo-nos. Pedimos o trio de sobremesas, só que não gostámos da mousse de abacate. Eu comi a fatia de cheesecake de lima (estava delicioso!) e ele a mousse de chocolate com pimenta rosa. 


 Resumindo, tivemos uma refeição muito agradável e só com pontos positivos a apontar: o espaço é muito giro, fomos atendidos por um empregado muito simpático e eficiente, não tivemos de esperar quase tempo nenhum pela comida, adorámos as entradas e os pratos que pedimos... Foi uma experiência óptima. 

Rua do Pólo Sul, nº 15, C. Parque das Nações
93 622 15 53 
Aberto de 2f a domingo, das 12h às 24h


04 agosto 2016

Darwin's Café, borboletas à beira rio

 Há precisamente um mês conheci o Darwin's, o restaurante da Fundação Champalimaud, num almoço de trabalho. Como era preciso dar sugestões e eu já tinha visto várias avaliações sobre o espaço e há muito tempo que estava com vontade de ir experimentar, achei que seria o sítio ideal para um "almoço de negócios".


 A decoração chama logo à atenção, com um pé direito altíssimo, grandes poltronas acolchoadas em pele, borboletas por todo o lado, uma parede com uma biblioteca, grandes candeeiros e muita luz natural, graças à grande parede final constituída por vidros, que tem vista para o rio Tejo. Neste restaurante imponente e interessante há também citações de Darwin escritas na parede e outros pormenores que nos transportam para o ambiente de Charles Darwin, autor da teoria da evolução das espécies.


 Quanto à comida...estava deliciosa! Provei o risotto de camarão e polvo com tomate seco e coentros (16€) e adorei! É verdade que é um bocado caro, mas o prato vem tão bem servido que nem sequer consegui acabar. Os ingredientes são saborosos e conjugam na perfeição. É, sem dúvida, dos melhores risottos que já comi.


 Infelizmente não pedi nenhuma sobremesa, também não tinha fome para tal, mas fiquei com vontade de lá voltar para ver se são tão boas como o risotto (apesar de ter visto que são bastante caras).
 Relativamente ao serviço foi impecável e muito eficiente.

Av. Brasília, Ala B, Lisboa
Aberto de 2f a domingo, das 12h30 às 24h

Adeus Malibu...agora és uma estrelinha

Partiste no dia 29 de Julho... A epilepsia levou a melhor de ti e o teu coraçãozinho não aguentou... Mas em vez de ficar a remoer isso e a questionar-me “porquê?” (como já fiz, revoltada e triste por teres partido tão cedo e sem aviso), prefiro recordar os nove anos que viveste connosco, sabendo que foste muito feliz e que também nos fizeste felizes por sermos os teus donos.



A tua chegada a nossa casa foi completamente inesperada. Lembro-me perfeitamente desse dia... Estava em casa com os meus irmãos e os nossos pais ligaram-nos a dizer que iam trazer mais um cão. Não queríamos acreditar, visto que já tínhamos dois, o Faísca e a Dharma. No entanto quando passaram a porta traziam uma pequena bolinha de pêlo no colo. Eras tu. Não sabíamos que idade terias ao certo, uma vez que foste encontrado na rua, mas a senhora que te deu aos nossos pais deu o palpite de que terias cerca de um mês. Lembro-me que eras muito pequenino e magrinho. Estavas subnutrido e não sabíamos se irias sobreviver. Foi logo aí, no começo da tua vida, que nos mostraste que eras um lutador. Começaste a comer bem (mal sabíamos nós que daí em diante serias um aspirador) e crescente saudável. Até que tiveste o teu primeiro ataque epiléptico...essa doença terrível que se fartou de nos dar sustos e passar por maus momentos, mas não é deles que quero falar.


Eras um cão muito especial, sempre com manias de rafeiro. Gostavas de nos roubar a comida (muitas vezes mesmo debaixo dos nossos olhos!); tínhamos de pôr um fio a prender a porta do armário das bolachas e do pão senão tu saltavas para cima da bancada da cozinha e ias ao ataque; quando estávamos à mesa punhas as patas ao nosso colo e apoiavas o focinho na mesa à espera de conseguires comer algo (por vezes até te esticavas para o nosso prato com a língua de fora, pronta a lamber o que aparecesse); era preciso trancar a porta da cozinha quando saíamos de casa senão tu conseguias abri-la e andavas pela casa (a fazer disparates); quando sabias que estavas a fazer asneiras e nos vias a levantar a mão começavas logo a ganir para não te batermos...



Odiavas tomar banho (punhas logo o rabinho entre as pernas), quando ias à rua achavas que era só para passeares e andares à caça (assim que vias um pombo começavas a andar em câmara lenta), tinhas a mania que eras cão de colo, gostavas de estar enrolado no sofá connosco e achavas que se estivesses debaixo de uma manta não te víamos... Quando querias brincar com a Dharma mordias-lhe a cauda e arrancavas-lhes pêlos (neste momento estou a ver-te com a boca cheia deles). Adoravas apanhar sol, tanto que durante o dia ias mudando o local da casa onde estavas, sempre à procura dele. O teu sítio preferido para dormir era em cima da Dharma (deve estar cheia de dores de costas por tua causa! se bem que ela é que deixava). No Inverno tinhas tanto frio que até tremias, por isso vestíamos-te uma camisolinha para ficares mais quente.




São todas estas memórias e outras tantas que nos deixaste. Fazes muita falta e vamos ter imensas saudades tuas, mas agora estás com o Faísquita, por isso estás em boa companhia. Adoro-te Malibu!






28 julho 2016

Quando nos apercebemos que as férias "grandes" deixaram de ser "grandes"

 Está a terminar mais um mês e eu continuo a contar os dias que faltam para ir de férias (apenas 20 dias de trabalho!), recordando o tempo em que tinha férias “grandes”.
 Eu e os meus irmãos tivemos a sorte de a nossa mãe ter escolhido uma profissão que a permitisse passar muito tempo connosco, sendo professora conseguia passar as férias quase todas connosco e levava-nos sempre para Sintra, tirando-nos do calor e da poluição da cidade. Quando o nosso pai também entrava de férias partíamos rumo ao Algarve e ficávamos por lá duas semanas. Lembro-me dos dias na praia, com muitos banhos no mar e construções na areia; lembro-me das brincadeiras no jardim e das idas à piscina. Lembro-me de jogar ao prego ou às cartas, lembro-me de os meus pais nos obrigarem a dormir a sesta, lembro-me de ir aos escorregas de água da Praia da Rocha, lembro-me de passear de bicicleta… Que bons eram esses tempos que não tinha de me preocupar com nada e que as férias eram grandes, com dois ou três meses longe de obrigações e tarefas.

 A última vez que passei férias com os meus pais já foi há mais de 4 ou 5 anos. Agora cada um vai para seu lado e tem os seus programas. Este ano eles vão conhecer a Irlanda (chegaram lá ontem) e eu, depois de passar os meses mais quentes a trabalhar, vou até à Grécia com o Luís. Até lá vou aproveitando ao máximo os fins-de-semana, tentando fugir (sempre que possível) da cidade, desligando-me totalmente da rotina e do trabalho. Felizmente tenho feito programas e passeios de fim-de-semana espectaculares e para Agosto já tenho mais uns quantos planeados.


27 julho 2016

Empanadas Sul Americanas em Lisboa

 Para celebrar o jantar de aniversário de uma das minhas melhores amigas organizei um jantar surpresa e escolhi a Empanaderia El Pibe, o primeiro restaurante em Lisboa dedicado ao pastel preferido dos países sul-americanos. 
 Resumindo a experiência posso desde já dizer que fiquei impressionada com os preços! Comi e bebi o que me apeteceu e paguei apenas 11€. Gostei imenso das empanadas (pedi duas) e do couvert (banana pão frita e milho frito). No entanto não gostei do ceviche de manga (5,50€), mas porque não aprecio muito ceviche, nem das batatas fritas, porque eram de pacote. 



 Há quatro empanadas clássicas - cebolla, espinacas, carne e a de jamon y queso - e oito combinações originais, como o Papa Francisco (1,75€) com tomate cherry, pesto e mozzarella, que foi uma das que eu provei. As outras sete também têm nomes de celebridades do subcontinente, como Páblo Escobar e Che Guevara, que também têm fotografias suas espalhadas pelo espaço, que é muito giro. Infelizmente não está preparado para o Verão, pois o ar condicionado só arrefecia as pessoas que estavam mesmo sentadas em frente a ele, de resto as pessoas estavam cheias de calor!



 Quanto à sobremesa, pedi um Alfajore, uma espécie de bolacha com recheio de doce de leite, muito popular na Argentina, mas que acredito que o que ali servem não tem nada a ver com o original. A bolacha era muito massuda e sem sabor, a dose de doce de leite era pouca e a combinação de tudo torna-a uma sobremesa sem graça.

 Relativamente ao serviço, o empregado que nos serviu era muito simpático e super eficiente! Mesmo sendo mais de 20 pessoas a pedir várias coisas nunca se esqueceu de nada e acertou em tudo. 



Travessa dos Pescadores, nº 12, Santos

21 395 12 07

2f a sáb, 12h às 15h e 19h às 23h (sextas e sábado encerra às 2h

26 julho 2016

Grata pelos avós que tenho

 Hoje celebra-se o Dia dos Avós e eu tenho a sorte de poder comemorar esse dia com os meus, aliás tenho a sorte de viver a cinco minutos deles. Esse facto, de sermos vizinhos, ajudou com que os meus avós estivessem sempre muito presentes. Iam-me buscar à escola, davam-me almoço todos os dias, uma rotina que durou até ao meu 9º ano (a partir daí continuaram sempre a receber-me quando queria ir lá almoçar), e estudavam comigo (o meu avô ajudava-me com matemática e com físico-química e a minha avó com as restantes disciplinas).
 Também me lembro de dançar em cima dos pés do meu avô na primeira casa de férias que os meus avós arranjaram para a família, de ver a minha avó a fingir que desmaiava para nos convencer a comer tudo o que tínhamos no prato e de ambos me ajudarem a mim e aos meus irmãos quando a nossa mãe esteve no hospital, uma altura em que se transformaram em enfermeiros assim que a filha teve alta e precisou de apoio diário.
 Posso já ser maior de idade, aliás adulta (com 25 anos a minha avó já tinha dois filhos), mas continuo a querer estar com os meus avós, que não imagino a envelhecer, por terem sido sempre pessoas muito activas. Já há alguns anos que não precisam de tomar conta de mim, mas a última vez que tive uma amigdalite foram eles que me levaram ao médico (e eu já tinha mais de 20 anos!) e sei que se precisar de alguma coisa eles vão estar sempre lá para mim.

 Estou grata pelos avós que tenho e hoje aproveito para o dizer. 


25 julho 2016

Berlengas, um paraíso selvagem

 Apesar de ser segunda-feira e estar um calor horroroso, estou grata pelo fim-de-semana que tive. Fugimos do bafo quente da cidade no sábado de manhã, em direcção a Peniche.
 Tínhamos feito reserva para bilhetes de barco (no site da Viamar) para irmos conhecer as Berlengas e chegámos ao porto de Peniche mesmo a horas. Tomei um comprimido Vomidrine, pois várias pessoas tinham-me dito que era muito fácil enjoar, vesti um casaco porque estava vento frio e lá fomos nós. A viagem durou cerca de 40 minutos e admito que foi muito agressiva. O barco vai contra as ondas, por isso sobe-as e depois cai, abana para os lados…e há pessoas à nossa volta a vomitar. De qualquer forma conseguimos aguentar-nos!


 O dia nas Berlengas foi espectacular, passado a explorar aquela ilha, um paraíso selvagem a seis milhas do Cabo Carvoeiro. Mal chegámos fomos deitar-nos na praia (só há uma e é pequena, por isso quando o barco chega fica cheia!), para ver se a indisposição da viagem acalmava. Demos um mergulho naquelas águas cristalinas (nem parece que estamos em Portugal) e, já recuperados, fomos almoçar à esplanada do café. Infelizmente não tínhamos tido tempo para preparar nem comprar nada (os bilhetes têm de ser levantados meia hora antes da partida e a viagem para Peniche dura 1h10), por isso tivemos de gastar dinheiro a comer. Ainda por cima tínhamos pouco dinheiro porque a Viamar não tem multibanco e cada bilhete custou 20€. Resultado: tínhamos apenas uns trocos e muita fome, mas lá conseguimos comer por 12€ (um hambúrguer e uma bifana no pão, acompanhados por uma dose de batatas fritas).
 O que não sabíamos é que dava para alugar canoas, kits de snorkeling ou pagar para se fazer uma viagem de barco pelas grutas. Como só nos sobrou 4€ do almoço não pudemos fazer nada disso. Mas não deixámos de aproveitar a ilha e fomos passear. Caminhámos até ao cimo da ilha, onde se pode admirar o Farol Duque de Bragança, e depois descemos até ao Forte de São João Baptista, onde existe um antigo mosteiro do séc. XVI.


 Ao final do dia voltámos para Peniche e, felizmente, a viagem foi muito melhor! Como para regressar o barco vai na direcção das ondas (e não contra elas) é um trajecto mais calmo. Assim que chegámos a terra firme fomos fazer o check-in no hotel (Soleil Peniche), arranjámo-nos e saímos para jantar. Fomos ao restaurante “Popular” e comemos muitíssimo bem!

 No domingo passámos a manhã na piscina do hotel (estava demasiado vento para irmos para a praia) e depois tentámos ir almoçar a um restaurante na praia da Conceição, mas como estava muito cheio e não tinha lugares acabámos por ir almoçar ao restaurante do dia anterior (sabíamos que era uma aposta segura). Já de barriga cheia fomos passear até ao Cabo Carvoeiro, o cabo mais ocidental da costa continental portuguesa. 


 Quando voltámos para Lisboa ainda fomos ao cinema, para fugirmos ao calor, ver a comédia "Central de Inteligência".