09 dezembro 2016

Brunches e lanches de Natal

 Para aqueles que, como eu, ficam em Lisboa este fim-de-semana aqui ficam umas sugestões de uns sítios bem giros e que deixam água na boca a qualquer um, para se começar a combinar os brunches e lanches de Natal:


  • Nicolau Lisboa - Abriu este ano, na Baixa, e já é um sucesso. O brunch tem umas panquecas deliciosas!
  • L'éclair - De certeza que já ouviram falar destes éclaires deliciosos!
  • Oh!Brigadeiro - este pequeno espaço no Lx Factory é ideal para quem é fã de brigadeiros
  • Tease - os cupcakes são a estrela deste recanto do Princípe Real
  • Wish Slow Coffe - quem ainda não experimentou as panquecas holandesas (poffertjes), aqui vai poder fazê-lo


08 dezembro 2016

Tradições natalícias

 Hoje foi dia de montar a árvore de Natal da família. Já há alguns anos que temos esta tradição, de irmos todos a Sintra, à casa onde cabemos os 21, prepará-la para o dia 25 de Dezembro. É nestas alturas que me sintou grata pela família que tenho, cheia de crianças de todas as idades, tios divertidos e uns avós que propiciam maravilhosos momomentos em família, tendo arranjado este segundo lar onde vamos tantas vezes. 
 Adoro este dia, em que vamos decorar a casa de família para o Natal, que fazemos jogos e até filmes de manequim challenge.


07 dezembro 2016

A alegria de ter cães

Sou grata por sempre (ou desde que me lembro) ter tido companheiros de quatro patas. Porque é que agradeço isto agora? Ora porque tudo começou quando era ainda muito pequenina, precisamente na altura do Natal, pois eu queria tanto um cão que pedia sempre no Natal (e também nos desejos de ano novo). Como os pedidos foram muitos o meu desejo acabou por ser concedido três vezes (ou quatro, se contarmos com o que arranjei já por conta própria).



Com apenas oito anos tive o meu primeiro cão, um Schnauzer médio, directamente de Badajoz (Espanha). Aos quinze anos chegava uma companhia para o Faísca, uma Golden Retriever que fomos buscar a Sintra. Um ano depois de a Dharma ter ido lá para casa eu e os meus irmãos fomos surpreendidos com um pequeno rafeiro, que devia ter apenas um mês, que tinha sido encontrado por uns amigos dos nossos pais. O Malibu veio assim completar o trio, tal como dizia um arrumador de carros da rua dos meus pais: “três cães, três filhos”. Aos 23 anos eu e o meu namorado decidimos arranjar um cão para nós e em Março de 2014 o Campeão, um labrador preto, entrou nas nossas vidas.



Já não imagino uma vida sem cães, é tão bom chegar a casa e sermos sempre tão bem-recebidos (eles ficam mesmo felizes por nos verem), nunca estamos sozinhos (eles são uma óptima companhia) e se o dia não correr bem esquecemo-nos logo disso (eles estão sempre tão alegres que ao pedirem-nos festinhas ou para brincar deixamos imediatamente os problemas para trás). A única coisa que não gosto, aliás detesto, é o facto de eles viverem tão pouco… O Faísca já partiu há 4 anos e o Malibu juntou-se a ele este ano.
 Mas vou afastar esse pensamento triste e dizer apenas que estes meus quatro amiguinhos me fizeram sempre muito feliz e que estou muito grata por isso!

06 dezembro 2016

Escapadinhas de fim-de-semana prolongado

 Aproxima-se mais um feriado e há quem tenha a sorte de ter a sexta-feira de férias, o que significa fim-de-semana prolongado. Por isso deixo aqui três sugestões para quem quiser sair de Lisboa:



 Um refúgio para quem gosta do Alentejo e está a precisar de descansar.

 Um turismo rural pensado idealmente para os amantes do campo e de cavalos. Quem tiver miúdos é o sítio ideal para os levar, pois têm muito que fazer para gastarem as energias.

 Um hotel luxuoso no famoso bairro da Vista Alegre. Quem decidir ir até lá poderá visitar o museu, a fábrica e até comprar algumas peças de uma marca icónica portuguesa.

05 dezembro 2016

Horários malucos? Não, obrigada

Todos os dias da semana me sinto grata por poder ir almoçar a casa, podendo fazer companhia aos meus dois amores e ter tempo para arrumar umas coisas (assim quando voltar ao final do dia só tenho de me preocupar em descansar!). Também me sinto grata pelo horário que tenho e por nunca chegar muito tarde a casa. É verdade que acordo sempre muito cedo e sou a primeira a chegar ao escritório, mas sabe bem não sair às tantas e regressar ao “lar doce lar” a horas decentes.


04 dezembro 2016

Calendário do advento

 Tenho uma mãe que é muito habilidosa e tem imensa imaginação. O resultado? Ter a sorte de receber várias coisas feitas por ela. Hoje, no segundo domingo do advento, recebi um calendário de Natal, feito pela minha mummy. São 24 bolsinhas, com padrões natalícios, para colocar dois chocolatinhos (um para mim e outro para ele), para nos ajudar na contagem até ao dia de Natal. É verdade que hoje já é dia 4, mas mais vale tarde do que nunca! Além de que é sempre bom receber um presente tão especial como este. No final terei de devolver o calendário, para a minha mãe o poder terminar, uma vez que ainda vai bordar os dias em cada bolsinha.
 Sou grata por a minha mãe ser assim, de já me ter feito tantas coisas que são únicas e feitas a pensar a mim. Agora só falta encher o calendário do advento repleto de chocolates! Felizmente tínhamos cá dois da Hussel, que já foram postos no dia de hoje e que vão ser devorados daqui a bocado.


02 dezembro 2016

A árvore de Natal

 Dezembro começou com um feriado (que soube muitíssimo bem), dedicado a preparar a árvore de Natal. A nossa primeira árvore juntos! Mal acordámos pus músicas de Natal a tocar, tomámos o pequeno-almoço com as canecas natalícias que tínhamos recebido no dia anterior e depois lá pusemos mãos à obra. Até o nosso Campeão malandro quis ajudar, pegando nos bonecos de neve. No final da manhã já tínhamos uma bonita árvore de Natal pronta, só faltando as luzinhas, que fomos comprar à tarde.
 Sou grata por poder manter esta tradição, apesar de já não estar em casa dos meus pais, e de ele ter tanta paciência para mim que me deixa cantar as músicas de Natal, apesar de eu ser muito desafinada. 


01 dezembro 2016

Como eu gosto de ti Dezembro

 Finalmente Dezembro chegou, o mês que é tão desejado por todos! Por ter dois feriados? Provavelmente, estas pontes vão saber mesmo bem. Por causa da grande festa de passagem de ano? Há muitas pessoas que já a planearam há algum tempo e estão ansiosas que o dia 31 chegue. Ou por ser a época do ano mais especial? Não só por causa do dia de Natal, mas de tudo o que o antecede…montar a árvore de Natal, decorar a casa, pensar nos presentes daqueles de quem mais gostamos, rever amigos com quem não estávamos há muito tempo, juntar a família toda à volta da mesa, sermos surpreendidos com presentes pensados ao pormenor que nos fazem sorrir, desligar de tudo o que não importa e sermos felizes com os nossos mais que tudo.
 É verdade que também gosto muito de Dezembro por fazer anos, por ter um dia em que tenho uma desculpa viável para obrigar todos aqueles de quem gosto a estarem comigo. Adoro juntar as pessoas e criar bons momentos, que mais tarde vamos recordar, e não vou mentir, adoro fazê-lo no meu aniversário.

 Vamos fazer deste Dezembro um mês repleto de boas recordações.


29 novembro 2016

Grata pela vida que tenho

 Nesta quadra natalícia vou mostrar o quão grata estou pela vida que tenho. Por cada dia de contagem decrescente até ao Natal vou agradecer tudo o que me faz feliz e que raramente tenho tempo para me aperceber disso. Este ano vou parar não só para agradecer, mas também para saborear ao máximo as pequenas coisas do meu dia-a-dia que me preenchem. Por isso, a partir de amanhã, prometo que vou fazer uma pausa na correria da minha rotina (parece que nunca tenho tempo para tudo o gostaria de fazer), parar para pensar e refletir, para poder agradecer por algo que aconteceu nesse dia.
 É não só uma promessa que me compromete a escrever mais aqui (o mês de Novembro foi péssimo para a minha escrita), mas também a conseguir terminar o ano de 2016 de forma a sentir-me realizada, preparada para mais um ano, com novas resoluções.


12 novembro 2016

Sobreiras Country Hotel, um refúgio no Alentejo

 Este Verão além das nossas férias na Grécia fizemos uma escapadinha romântica, só os dois, sem o nosso querido Campeão. Apesar de termos escolhido um hotel onde os cães são bem-vindos (muitos pontos a favor!), achámos que depois seria um bocado complicado, pois não o poderíamos levar para a praia nem restaurantes sem esplanada. Estou a falar do Sobreiras Country Hotel, um sítio que andava a namorar pelas fotografias que tinha visto já há muito tempo e que escolhemos para o caso de não termos com quem deixar o nosso cãozinho. 





 As casinhas brancas, em fila, com os tectos em bico; a piscina infinita; a paisagem alentejana...tudo o que é preciso passar se passar um fim-de-semana prolongado (aproveitámos o feriado de 15 de Agosto) descansado e relaxado.
 Chegámos já de noite a Grândola e descobrimos facilmente o hotel, com uma iluminação que me permitiu logo postar uma fotografia no Instagram a fazer inveja a quem me segue. Fizemos o check-in na recepção, o maior edifício do complexo, e seguimos para o nosso quarto.



  Com uma decoração muito simples, em tons de branco e com o chão feito de cortiça, gostei logo do que vi. Achei as mesas de cabeceira muito originais (troncos de árvore), mas na verdade não dava para colocar lá muita coisa. A cama era grande e muito confortável. A única coisa que não gostei foi do facto de a casa-de-banho não ter porta, sim leram bem, tudo o que um fizesse o outro iria ouvir (nada romântico). A casa-de-banho também é toda branca, com um grande espelho de uma ponta à outra e dois lavatórios (muito prático). Infelizmente tem duche, em vez de banheira (algo que preferimos).



 No dia seguinte tivemos de acordar cedo para irmos ao pequeno-almoço, pois apesar de ser fim-de-semana terminava às 10h (um ponto que acho que poderiam melhorar, uma vez que as pessoas vão para ali descansar e eles não precisam das mesas para depois, visto que não servem almoços). De qualquer forma o sol que passava por entre os cortinados (pois é, outra falha) não nos deixaria dormir até muito mais tarde, uma vez que a partir do momento que há luz eu começo a despertar.
 Mas voltando ao pequeno-almoço...havia vários tipo de pão, croissants, bolo caseiro, queijos e fiambre, fatias douradas (algo que nunca tinha visto em nenhum pequeno-almoço de hotel), sumo de laranja natural, doces caseiros, mel... 


 Já de barriga cheia decidimos ir para a piscina. Fomos pedir uma toalha à recepção e deitámo-nos de papo para o ar o resto da manhã. Algo que o Luís não gostou foi o facto de não haver sombra. Pois é, não existem guarda-sóis e disseram-nos que era porque naquela zona fazia muito vento e eles voavam. Ora, quando começou a ficar mais calor, nem eu (que adoro apanhar sol) estava a aguentar. Tivemos de puxar as camas para ao lado do fim do edifício, mas aí encontrava-se a porta da cozinha, que estava aberta e por isso havia muito barulho.



 À hora do almoço decidimos retirar-nos, pois tinham chegado várias famíias com crianças, a fazer muita confusão e barulho. Já para não falar que o Sobreiras não serve almoços, tem apenas tostas e saladas, por isso decidimos arriscar e tentar ir a uma praia perto. A 40mins tínhamos a praia da Comporta, mas quando lá chegámos apercebemo-nos de que tinha sido má ideia porque nem sequer havia sítio para estacionar o carro. 
 Nessa noite jantámos no restaurante que se encontrava em primeiro lugar no TripAdvisor: O Cruzamento. As doses são bem servidas (nenhum de nós conseguiu acabar) e a comida, tipicamente portuguesa, deliciosa. Depois voltámos para o Sobreiras.
 No dia a seguir decidimos ir até Tróia (não ia lá há mais de 15 anos!) e antes de voltarmos para Lisboa fomos visitar o Cais Palafítico do Porto da Carrasqueira. Trata-se de uma solução arranjada pelos pescadores daquela zona para conseguirem chegar às suas embarcações, sem esses múltiplos braços de madeira em ziguezague seria impossível alcançarem os seus barcos devido às margens lamacentas do rio Sado. 




06 novembro 2016

Este Verão fomos à Grécia

 O tempo passa tão depressa que já faz dois meses que fui de férias para a Grécia. É verdade que foram as únicas férias que tive este ano, mas valeram bem a pena! Passámos três dias em Atenas, a descobrir todos os cantos da cidade que na Antiguidade teve muita importância e que hoje em dia ainda se estuda em História. 


 No quarto dia da viagem embarcámos num cruzeiro, que nos levou a Mykonos, Kusadasí (na Turquia), Patmos (a ilha que gostámos menos), Creta (a maior ilha grega e que merecia que tivéssemos ficado lá mais tempo) e Santorini (o destino grego mais conhecido). 
 Gostámos da experiência que tivemos e de termos ido a tantos sítios, a principal vantagem do cruzeiro, no entanto temos pena de não termos conhecido melhor determinadas ilhas, que têm tanto para ver. 


 No geral achámos os gregos muito simpáticos, sendo que nos três jantares que tivemos em Atenas nos ofereceram sempre a sobremesa (não percebemos se é política dos restaurantes fazerem isso aos turistas ou se simplesmente tivemos sorte). Íamos jantar fora de táxi porque estes eram estupidamente baratos, ficando entre 3€ e 4€ (o valor da bandeirada em Portugal) até ao destino pretendido.  


 Tinham-nos dito que não íamos gostar de Atenas, por ser uma cidade suja e confusa, mas na realidade gostámos imenso! É verdade que ambos adoramos História, que nos focámos em visitar os principais monumentos e andámos sempre nas zonas principais, mas aí não havia sujidade alguma e até achámos alguns bairros muito engraçados, como o de Plaka
 No entanto, dois dias chegam para ver Atenas. Daí também termos escolhido ir passar o terceiro dia ao lago Vouliagmeni, a cerca de meia hora da capital. 

04 novembro 2016

Aproveita a vida

 Ontem li um texto sobre aproveitar os pequenos bons momentos que a vida nos oferece, que muitas vezes nos passam despercebidos por andarmos preocupados ou chateados com coisas que não importam realmente. Esse texto também falava sobre o facto de não termos tempo para estarmos com aqueles de quem mais gostamos, que no fundo são só desculpas e fazem com que se passem dias (semanas, meses) sem vermos alguns familiares e amigos.
 Uma vez que penso demais, claro que fiquei a reflectir naquelas palavras. É verdade que com as tarefas diárias e a rotina do trabalho é muito fácil deixarmo-nos "afundar" e concentrarmo-nos apenas nessa parte da nossa vida, o que muitas vezes acaba por nos deixar mal-humorados ou aborrecidos. Por isso o truque é desligar assim que saímos do escritório e saborear cada pedaço do dia, por mais pequeno que seja, que nos faz feliz...como um simples abraço daquele que amamos, uma conversa (mesmo que seja ao telemóvel) com a nossa melhor amiga, um belo jantar em família em que se trocam histórias engraçadas, conseguir ter tempo para ler (nem que seja um bocadinho) ou ouvir a nossa música preferida (se for no carro até nos abstraímos do trânsito). 
 Quanto a estarmos mais vezes com pessoas que normalmente só vemos raramente (como aniversários ou despedidas), a verdade é que se realmente quisermos conseguimos arranjar tempo para nos juntarmos. Basta querer. E esses encontros também nos vão fazer mais felizes e ajudar-nos a desligar do que não importa. 
 Vamos aproveitar a vida ao máximo porque cada dia que passa é mais um para amealharmos histórias e momentos que mais tarde iremos recordar.


25 outubro 2016

O brunch do Nicolau Lisboa

 No último fim-de-semana ficámos por Lisboa, por isso aproveitámos para ir conhecer novos sítios. Já há muito tempo que não íamos a um brunch e, como eu tinha visto fotografias com muito bom aspecto, no sábado decidimos ir até ao Nicolau Lisboa.


 Tivemos de aguardar uns minutos na fila, mais do que seria necessário uma vez que as mesas iam vagando e os empregados pareciam um pouco desorientados (não as iam limpar ou até limpavam, mas não chamavam ninguém para se ir lá sentar), mas felizmente não tivemos de esperar muito tempo. Sentámo-nos na esplanada, apesar de termos sido avisados que se chovesse aquele toldo não estava bem feito e deixava passar a chuva. 
 Apesar de nos termos sentado lá fora fui espreitar o interior do espaço, que é muito giro, com tons suaves, azulejos azul turquesa e uma parede com uma pintura exótica onde, com luzes neón, aparece o nome: Nicolau. 
 Mal o empregado nos trouxe o menu dissemos que queríamos o brunch, aí ele perguntou se queríamos café ou chá e que tosta (de abacate ou de queijo com salmão fumado) preferíamos. Quem quiser ovos (mexidos ou benedict) terá de pedir à parte. 
 Começaram por nos trazer as bebidas - sumo de laranja e chá/café - e logo de seguida taças de iogurte natural com mel, granola, banana e framboesa. O sumo era doce e o iogurte também estava muito bom. Depois vieram as "tostas", que no fundo é uma fatia de pão torrado com o que a pessoa quiser, no nosso caso barrada com queijo creme e com salmão fumado em cima. 


 Para terminar em grande serviram-nos uma panqueca com um aspecto delicioso! Pode-se escolher mel, nutella ou doce caseiro de framboesa, mas o empregado foi muito simpático e trouxe-nos um pouco de cada, para podermos experimentar. A panqueca era grande e fofinha, mesmo com a consistência certa, e muito saborosa.
 Gostámos muito deste brunch (que custa 13€ e é servido todos os dias, a qualquer hora) e saímos de lá a rebolar!



 Rua de São Nicolau, 17, Baixa
 Aberto de 2f a sábado, 9h às 18h30
 21 886 03 12


23 outubro 2016

Um palácio antigo e a ilha grega mais conhecida

 Domingo, dia 4 de Setembro, acordámos bem cedinho para conhecermos Creta, a maior ilha grega e a mais populada. Decidimos não ir numa excursão, por isso dividimos um táxi com duas portuguesas e fomos até às ruínas de Knossos, o antigo palácio. 



 No terceiro milénio antes de Cristo, a Civilização Minóica apareceu em Creta e um dos monumentos que construiu foi o Palácio de Knossos, que apesar de estar em ruínas ainda é uma obra magnífica que nos deixou boquiabertos. Infelizmente não tivemos tempo para ver mais nada, mas a caminho do porto ainda conseguimos comprar uma réplica de uma pistola para o Luís.
 Durante o almoço o barco seguiu para Santorini, a ilha vulcânia mais conhecida da Grécia. Só chegámos lá às 16h30 e aí fomos na excursão, mas mais para ter a certeza de que conseguiríamos regressar ao navio a tempo e de forma a podermos ir até Oia, no extremo Norte da ilha. Sabem as fotografias que se vêem desta ilha? São todas tiradas em Oia, famosa pelos telhados azuis e pelas ruas brancas.


 Tive pena de não ficarmos mais tempo na ilha que todos dizem ser a mais bonita, pois só conseguimos ver Oia (onde estivemos durante 1h) e depois o autocarro levou-nos até Fira (a capital), mas tivemos de ir logo para a fila do teleférico para garantir que conseguíamos estar no navio antes de ele partir. É que depois da descida de teleférico ainda tínhamos de apanhar um bote porque o navio não estava atracado no porto.
 À noite jantámos com um casal australiano e um casal argentino. Foi uma refeição muito engraçada, a falar inglês e espanhol, a trocar experiências e a ouvir falar de outros Continentes (que queremos visitar). 

20 outubro 2016

Roteiro de fim-de-semana em Sines

 No fim-de-semana passado fomos para Sines, a contar que estaria mau tempo, mas sábado estava tanto sol que até tivemos de usar o guarda-sol na praia, senão derretíamos com o calor! Até havia um homem a tomar banho no mar. 
 Foram dois dias para descansar e relaxar. Na sexta chegámos às nove da noite, fomos deixar os cães a casa e seguimos para o nosso restaurante preferido: o Cais da Estação, onde vamos variando os pratos, mas pedimos sempre a mesma sobremesa - o melhor petit gateaux que já comemos.


 No sábado não pusemos despertador, por isso dormimos cerca de onze horas (estávamos mesmo a precisar de pôr o sono em dia!) e depois agarrámo-nos aos livros, ele aos de estudo e eu a um que comecei a ler em inglês (para praticar). Assim que ele se fartou de estudar saímos para a praia. Passeámos, brincámos com os cães e lemos mais um bocado (desta vez ele leu o seu Harry Potter). Fomos até Vila Nova de Milfontes lanchar, uns saborosos croissants da Mabi, e voltámos para casa, passando pelo supermercado para comprarmos as coisas para o jantar.


 No dia seguinte achámos melhor não dormir até tão tarde, senão iríamos começar a semana com os horários todos trocados, por isso pusemos despertador (mas deixando-nos 9h de sono!). Ele teve de estudar mais um bocado e depois saímos para a praia de São Torpes, onde os cães puderam passear soltos, e quando a fome começou a apertar fomos até Porto Covo. Almoçámos no sítio do costume, o Marquês, uns camarões ao alhinho acompanhados de torradas e um delicioso choco frito. 


 Foi, sem dúvida, um fim-de-semana muito guloso e que deu para namorarmos, descansarmos e recarregarmos energias para mais uma semana de trabalho. E hoje, quinta-feira, já só penso no próximo (já falta pouco!) e no quero fazer. Será passado em Lisboa, mas será igualmente bom de certeza.